sexta-feira, 18 de janeiro de 2013

É que toda vez que vejo seus olhos, me dá novamente aquele frio na barriga, como se fosse a primeira vez. 
Deveríamos nos apaixonar todos os dias por nós mesmos.   
Cedo ou tarde, acabaremos nos encontrando. 
Vai ser ai que toda aquela saudade será quebrada com um simples abraço e um sorriso.
 Quem diria que pequenos gestos,
 congelaria toda a dor que existia de uma distância entre nós.









Eu só queria que você soubesse que tudo que te falei veio do fundo da minha alma e que meu coração com medo de te perder, tomou coragem e seguiu em frente com as palavras. Mas enquanto minha boca pronunciava que te amava, seus olhos diziam que não seria correspondido, foi ai que desistir, que fraca eu sou. 





Me dei conta de que não escrevo mais no meu diário já tem mais de mês...
É que escrever dói.
Escrever é afirmar os sentimentos, afirmar as vontades, afirmas a dor.
Escrever é colocar entre as linhas tudo aquilo que está ali, na alma, em carne viva, doendo, latejando, martirizando. 
A dor pode ser de todo tipo, mas é sempre dor.
Colocar pra fora, é doer.
Dor de amor, dor da perda, dor do sentir, dor da saudade, sempre dor.
Em mim, dói demais!
Eu tenho em mim todas as dores do mundo, já que os meus amores estão se perdendo no caminho.
Eu sinto a sua falta.


quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

NEWLOVE.

                                             
É difícil falar do meu sentimento, do que sinto, ou o que temos. É bem difícil decifrar. Porque sempre surge na mente a pergunta: temos alguma coisa ou tivemos? É complicado porque é novo, e é tão bonito que dá vontade de guardar cada momento em um potinho bem bonito e abrí-lo toda vez que der vontade de viver aquilo de novo, ou então pra matar a saudade daquele cheiro bom. Não foi coisa planejada, não mesmo, foi um tipo de 'estalo'... é, não há uma palavra pra definir o quão rápido foi pra tudo isso acontecer e ficar assim, como está... bom e confuso. Confuso porque não temos nada definido, e mesmo assim eu me sinto totalmente comprometida; com ele e com meu sentimento. A parte boa fica por conta das conversas sérias ou das cheias de palhaçada, dos cafunés e sms que trocamos. É mais que bom tê-lo pertinho e segurar sua mão, ver seu sorriso, cantar enquanto conversamos ou ouvir as imensas musicas que me lembra você. Estou bem, ele me faz bem... e por mais medo que eu tenha de me entregar e me machucar mais uma vez, decidi não pensar muito nisso (ou pelo menos tentar). Por enquanto eu só quero é curtir esse momento e esperar pra ver o que o tempo nos reserva.

Não sei o nome disso que estamos sentindo um pelo outro e também não me importa. Pode ser o ápice ou o precipício, e tudo bem. E também não sei se teremos habilidade para cultivar isso por três semanas ou por três décadas inteiras. Só sei que agora estou interessado em saber como será o próximo passo.

quarta-feira, 26 de outubro de 2011

DOR.

Ainda doí, doí me deparar com alguns trechos de musicas, com poemas belíssimos e com todas aquelas fotos do tempo em que você's passaram juntos e que ainda se encontra nas suas redes sociais.  Doí perceber que que eu não fui a unica na sua vida, que apesar dos carinhos e abraços eles nunca foram suficientes... Doí lembrar das suas lagrimas de medo acompanhada de um olhar fixo sobre mim. E que ao tocar o telefone tremia por se quer pensar que um dia eu iria descobrir.  Não foi erro seu, mais sim meu, confiança e liberdade demais só podia dar nisso. E o tempo ? Ta sendo meu melhor amigo desde o dia em que meu coração se partiu. Mais o pior de tudo é saber que por toda parte há vestígios de que um dia você esteve com ela.