sexta-feira, 18 de janeiro de 2013

É que toda vez que vejo seus olhos, me dá novamente aquele frio na barriga, como se fosse a primeira vez. 
Deveríamos nos apaixonar todos os dias por nós mesmos.   
Cedo ou tarde, acabaremos nos encontrando. 
Vai ser ai que toda aquela saudade será quebrada com um simples abraço e um sorriso.
 Quem diria que pequenos gestos,
 congelaria toda a dor que existia de uma distância entre nós.









Eu só queria que você soubesse que tudo que te falei veio do fundo da minha alma e que meu coração com medo de te perder, tomou coragem e seguiu em frente com as palavras. Mas enquanto minha boca pronunciava que te amava, seus olhos diziam que não seria correspondido, foi ai que desistir, que fraca eu sou. 





Me dei conta de que não escrevo mais no meu diário já tem mais de mês...
É que escrever dói.
Escrever é afirmar os sentimentos, afirmar as vontades, afirmas a dor.
Escrever é colocar entre as linhas tudo aquilo que está ali, na alma, em carne viva, doendo, latejando, martirizando. 
A dor pode ser de todo tipo, mas é sempre dor.
Colocar pra fora, é doer.
Dor de amor, dor da perda, dor do sentir, dor da saudade, sempre dor.
Em mim, dói demais!
Eu tenho em mim todas as dores do mundo, já que os meus amores estão se perdendo no caminho.
Eu sinto a sua falta.